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Samuel Freitas de Oliveira

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A CRIANÇA NÃO MORREU
BAILE DOS FANTASMAS
BARCO À DERIVA
BELEZAS QUE O DIA NOS TRAZ
BRINCADEIRAS DO TEMPO
CANÇÃO DOS DERROTADOS

INCÊNDIO NA FLORESTA
MEU TEMPLO ÍNTIMO
O QUADRO NA PAREDE

O REINÍCIO (Novo)
O SOL, A LUA E MUITA GENTE
POEIRAS DA SAUDADE

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Meu nome é Samuel Freitas de Oliveira, mas o meu pseudônimo de escritor é Sá de Freitas. Bacharel em Letras, quatro livros publicados por conta própria: Raios de Otimismo, Luzes de Esperança, Fragmentos D'Alma e Folhas Dispersas, já esgotados, sendo que os dois primeiros foram transformados em E-Books. Escrevo desde os treze anos de idade poesias, crônicas, contos, pensamentos e artigos, publicados em vários jornais e revistas do Estado de São Paulo. Meus trabalhos, quase sempre, procuram despertar a paz mundial, a paz íntima, a esperança, a fé, o amor e a conservação da Natureza. Sou membro efetivo das Academias: AVPB (Academia Virtual Poética do Brasil)AVSPE (Academia Virtual Sala de Poetas e Escritores)AVBL (Academia Virtual Brasileira de LETRAS) e ACADEMIA BRASILEIRA DE POESIA - CASA DE RAUL DE LEONI - não virtual -, Cônsul dos Poetas Del mundo em Avaré-SP e participo de vários Sites importantes, no Brasil e fora dele. Gosto e componho versos em todos os estilos poéticos, mas opto para o Soneto, por considerá-lo a essência da poesia.. Vivo e respiro simplicidade em todos os sentidos, mas prefiro dizer o que sinto a ficar sentido comigo mesmo por não ter dito o que deveria. Em resumo: sou um simples rabiscador de versos, nada tentativa de vir a ser, um dia, um razoável poeta, pelo menos.

 

ETERNO APRENDIZADO
Sá de Freitas

Escrevo os versos meus, de alma liberta...
Liberta como é livre o vento errante,
Pois minha mente ansiosa, a cada instante,
Deseja a paz que só o amor desperta.

Ando na Terra e vago no Infinito;
Ganho distâncias nos confins da vida,
Curo, em meu coração, qualquer ferida
Com o perdão... e o ódio, em mim, evito.

Esqueço as dores que por mim passaram,
Mas fico com as lições que elas deixaram,
Porque o sofrimento é um grande mestre.

Pois novamente para cá viemos,
Para aprender o que não aprendemos,
Em outras vidas, neste Lar terrestre.

* * *

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