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LUZ INTERIOR

Elio Mollo

28 out 2007

 
 

 

Naquele rosto não havia beleza,

Era sem cor, sem exuberância,

Cabelos destratados e sem espessura,

Aliás, a sua fisionomia

não demonstrava constância.

 

Rugas profundas eram visíveis em sua testa.

Olhar baixo em direção a um nariz disforme.

Boca pungida com cantos caídos,

Caminhar lento, irregular, sem ação,

Tudo indicava grande preocupação

 

De repente alguém lhe sorri,

Foi como um sopro viril de reação,

A simpatia lhe reaviva o semblante,

Sua silhueta já denota boa emoção,

Foi como atingido inesperadamente

por uma luz de facho possante.

Agora parecia um outro homem,

Com aparência de bondade contagiante.

 

A nossa luz interior pode ajudar,

A um irmão a se levantar,

Para a sua vida estimular,

E seu caminhar normalizar.

 

Jesus disse:

Brilhe a tua luz diante

do teu mundo de relação.

É necessário

que cuidemos então,

Do nosso interior,

com grande dedicação.

 

A parte incial deste poema

foi elaborada com base numa mensagem

do livro Ideal Espírita,  Não desdenhes brilhar

Valérium/F. C. Xavier

 

* * *

 

 
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