Planejamento de Palestras

 Temas para palestras

Autora: Elisa Côrte

 Títulos

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A proposta destes temas é para o uso

nas palestras de Assistência Espiritual

das Casas Espíritas.

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A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO
E A RELAÇÃO EXPOSITOR-OUVINTE

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O expositor precisa atuar no mundo concreto do indivíduo, na realidade. Pelo incentivo inicial (exórdio), o expositor leva cada ouvinte em particular a construir imagens mentais, através de exemplos, situações do cotidiano, histórias.

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A palestra deverá ser rica, o expositor deverá "cutucar" os esquemas já existentes de tal modo que o ouvinte "desenterre"  a realidade que ele já viveu, fazendo assim uma analogia entre a situação colocada pelo expositor e aquela que jaz nos refolhos do seu mundo interior. Então ele vai compreender. Compreender é uma relação analógica. Leva à modificação dos esquemas interiores acomodados.

 

A riqueza de exemplos é importante. A história bem contada, cujo enredo, personagens, conflitos estejam próximos do mundo do assistido, evoca imagens mentais no arcabouço (significação) que o leva à reformulação dos esquemas interiores para uma tomada de consciência. É o "cair em si". Essa rememorização é a reconstrução do real. O inconsciente precisa ser reformulado, ser reconstruído. Essas estruturas precisam ser redefinidas.

 

O expositor tem de provocar o interesse, motivar, mexer com o emocional. Só então a palestra transforma-se-á em terapia.

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RETEMOS NA MEMÓRIA:

10% do que lemos

20% do que escutamos

30% do que vemos

50% do que vemos e escutamos

70% do que ouvimos e logo

        discutimos

90% do que ouvimos e logo

         realizamos

 

01 - QUANDO O POUCO É MUITO
02 -
QUEIXAS
03 -
ONDE ESTÁ O TEU TESOURO...
04 -
O TEMPLO DO ESPÍRITO
05 -
A LIBERTAÇÃO ESPIRITUAL
05a - O ESTÍMULO
06 - PODER, QUERER, FAZER... A FÉ COM OBRAS
07 - PEQUENOS GRANDES DEFEITOS
08 - DIA INTERNACIONAL DA MULHER
09 - INICIATIVA E LIDERANÇA
10 - O ESPIRITISMO E O PROGRESSO
11 - O NASCER DE NOVO
12 - A HUMILDADE
13 - A FINALIDADE DA VIDA
14 - A HORA QUE PASSA
15 - PROVAS REDENTORAS
16 - O TRABALHO NA ESPIRITUALIDADE
17 - ESCOLA DE MÃES
18 - A BRANDURA
19 - A DISCIPLINA
20 - ENTENDIMENTO E PERDÃO
21 - AS RESPOSTAS DE DEUS
22 - O TÉDIO NA VIDA CONJUGAL
23 - O BURILAMENTO ESPIRITUAL
24 - A SUPERAÇÃO DAS DIFICULDADES
25 - A IDENTIFICAÇÃO COM O OUTRO
26 - A CONDIÇÃO ESPIRITUAL
27-  A CONFIANÇA EM DEUS
28 - A BAGAGEM DO ESPÍRITO
29 - A TRANSMUTAÇÃO
30 - PAIS ADOTIVOS
31 - O IDEALISMO SUPERIOR
32 - AS TENDÊNCIAS
33 - ORAÇÃO E VIGILÂNCIA
34 - A HEREDITARIEDADE PSÍQUICA
34a - A ADESÃO AO BEM
35 - A VIDA EM FAMÍLIA
36 - TORMENTOS VOLUNTÁRIOS
36a - A TRANSCENDÊNCIA
37 - A AMIZADE
38 - A RECONCILIAÇÃO
39 - CRIANÇAS
40 - A AUTODEFESA DO HOMEM DE BEM
41 - O ALTRUÍSMO
42 - A IMORTALIDADE
43 - A ESPERANÇA
44 - AS VIAS DE ACESSO
45 - A GRATIDÃO
46 - A SUPERFICIALIDADE
47 - A BUSCA
48 - CORRIGENDA E TRANSFORMAÇÃO
49 - NATAL-TEMPO DE REENCONTRO E PERDÃO
50 - ANO NOVO - A RENOVAÇÃO
51 - AS METAS DE DEUS
52 - A PRECE INTERCESSÓRIA

 

 

 

 

INTELIGÊNCIA E ADAPTAÇÃO

 

As estruturas da inteligência mudam através da adaptação a situações novas e têm dois componentes:

* A assimilação

* A acomodação 

Piaget entende o termo assimilação com a acepção ampla de uma integração de elementos novos em estruturas ou esquemas já existentes. A noção de assimilação, por um lado, implica a noção de significação e por outro expressa o fato fundamental de que todo conhecimento está ligado a uma ação e de que conhecer um objeto ou um acontecimento é assimilá-lo a esquemas de ação. Em outros termos, conhecer, para Piaget, consiste em operar sobre o real e transformá-lo. Piaget denomina "esquema de ação" aquilo que numa ação é transponível, generalizável ou diferenciável de uma situação para a seguinte. Se alguns esquemas são simples  (talvez inatos); a maioria deles não corresponde a uma montagem hereditária acabada;  pelo contrário, são construídos pouco a pouco pelo indivíduo, dando lugar a diferenciações novas.

 

A acomodação define-se como toda  modificação dos esquemas assimilados, por  influência de situações exteriores. Toda vez que um esquema não for suficiente para responder a uma situação e resolver um problema, surge a necessidade do esquema modificar-se em função da situação.

 

(Os Pensadores, p. 10-11)

 

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A RELAÇÃO

EXPOSITOR-OUVINTE

 

A interação social do homem por intermédio da língua caracteriza-se, fundamentalmente, pela argumentatividade.

 

-> Argumentação — Discussão; Raciocínio; Apresentação de Provas. Tem por objetivo sobretudo a convencer, persuadir ou influenciar o leitor ou ouvinte. Visa a provocar ou à incrementar a "adesão dos espíritos" às teses apresentadas ao seu assentimento, caracterizando-se, portanto, como um ato de persuasão.

 

-> Discurso — Ação verbal dotada de intencionalidade — Pelo qual o homem tenta influir sobre o comportamento do outro ou fazer com que compartilhe determinadas de suas opiniões. A todo e qualquer discurso subjaz uma ideologia.

 

DIFERENÇA ENTRE

CONVENCER E PERSUADIR

 

-> Convencer se dirige unicamente à razão, através de raciocínio estritamente lógico e por meio de provas objetivas. Tem um caráter puramente demonstrativo. Leva a certezas.

 

-> Persuadir, por sua vez, procura atingir a vontade, o sentimento  do(s) interlocutor(es) por meio de argumentos plausíveis ou verossímeis e tem caráter ideológico, subjetivo. Conduz a inferências que podem levar o auditório - ou parte dele - à adesão aos argumentos apresentados.

CLIENTELA DAS REUNIÕES

DE ASSISTÊNCIA ESPIRITUAL

 

SUAS CARACTERÍSTICAS:

 

 

PESSOAS PORTADORAS DE: 

* Enfermidades Físicas;

* Desequilíbrios Psíquicos;

* Desequilíbrios Emocionais:

* Angústia;

* Ansiedade;

* Desespero;

* Amargura;

* Processos de culpa;

* Depressão;

* Idéia de Autodestruição;

* Conflitos Existenciais;

* Tristeza por Perda de Entes Queridos;

 

* Traumas Psicológicos;

* Envolvimento Espiritual:

* Auto-Obsessão;

* Hetero-Obsessão:

* Obsessão Simples

* Fascinação

* Subjugação (Moral, Física ou Corporal)

* Vampirização de Energias

ALÉM DE: 

* Público não Espírita;

* Público sem Credo Religioso;

* Público de Credos Religiosos Heterogêneos;

* Público Flutuante, de Curta Permanência;

* Público Refratário.

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OBJETIVOS GERAIS DA PALESTRA DE

ASSISTÊNCIA ESPIRITUAL 

1) OBJETIVOS IMEDIATOS:

Preparar o público para o recebimento da fluidoterapia através dos recursos do Evangelho de Jesus quais sejam : o socorro, a esperança, o consolo, o reerguimento e o reequilíbrio.

 

2) OBJETIVOS MEDIATOS:

Oferecer ao público material para reflexão sobre o comportamento humano para a tomada de consciência e posterior transformação moral.

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Regras úteis para o expositor:

* Respeitar o repertório do público.

* Evitar ilustrações deprimentes.

* Evitar as ilustrações maniqueístas.

* Evitar as ilustrações discricionárias,

   preconceituosas e deslocadas historicamente.

* Escolher as ilustrações que mostrem o ser em

  conflito, e, posteriormente, a livre decisão para

  a escolha.

 

 

 

 

 

Contos

(Metáforas, Fábulas, Histórias, Parábolas e Estórias)

 

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