Artigo

CAUSA E EFEITO
LEI VITAL PARA CRESCERMOS EM SABEDORIA E AMOR

(Entrevista com Marlene Nobre, presidente da Associação Médico-Espírita do Brasil (AME-Brasil), e de Luiz Carlos Formiga, membro fundador do Núcleo Espírita Universitário para a Revista do Espiritismo, número 9 de 2014.)

 
 

 


A vida não quer, jamais, castigar a nenhum de nós. Quer, sim, educar-nos. Se possível, sempre no amor. Mas, por vezes, ainda precisamos vivenciar a dor e algumas experiências nem sempre agradáveis. Porém, não há aí “condenação”. A Lei de Causa e Efeito é uma proposta educativa que, se bem compreendida, respeitada e vivida, nos cura e liberta. Sob as asas da Ciência e do Espiritualismo, aqui refletiremos sobre o peso de nossas ações.

Felipe Jannuzzi

 

Vemos hoje na Terra os aparatos tecnológicos crescerem vertiginosamente. A cada dia, uma novidade. No entanto, a reflexão e, sobretudo, a vivência do amor e das questões morais ensinadas pelo Cristo – que, efetivamente, representam a divina diretriz e os caminhos para cura do espírito – ainda encontram-se muito aquém do necessário a nossa regeneração. Esse desequilíbrio cria, então, o campo propício para o fomento do mal e prolongamento de angústias e mazelas aqui em nosso Planeta.

Precisamos equilibrar essa relação, transmutando, com amor e constância, más tendências em virtudes. Já não somos mais seres tão ingênuos que desconhecem as Leis Morais. Somos, sim, responsáveis por nossos atos e por tudo o que nos acontece. Há que pensarmos sempre no que estamos fazendo, no preço de nossas atitudes, na responsabilidade de nossos pensamentos e atos.

Vigilância interna sempre

Quaisquer prejuízos que causamos a nós mesmos, ou a terceiros, geram consequências, inevitáveis, em nossa própria vida. É Lei Divina. Por isso, vigilância sempre. E façamos as correções necessárias agora, enquanto dispomos de tempo e oportunidades. Renovar-se no bem é tarefa imperiosa. E podemos modificar o destino a cada passo.

São nossas imperfeições ou qualidades de nossa alma as matrizes geradoras de ações felizes ou equivocadas. Tudo o que pensamos, falamos e agimos geram os reflexos no hoje, aqui em nossa jornada terrena, e irão causar a ressonância ao longo de nossa existência. A Lei de Causa e Efeito é educativa e não punitiva. Despertar a consciência é o primeiro passo para a retificação do ser. Este reequilíbrio está ao alcance de todos nós.

Aos olhos de Deus, todos somos iguais. Não há melhores nem piores. Não há qualquer favoritismo para quem quer que seja. A transformação para o bem é algo acessível a todos. Se agirmos bem, colheremos o mérito do bem, a paz de espírito.


Porém, persistindo em uma conduta em desequilíbrio, viciosa, egoísta e agindo mal, colheremos as angústias, aflições, o preço dos abusos e distorções. Sempre em consonância com a extensão, gravidade e intensidade de nossos atos. Não se trata de castigo, mas consequências. Não de trata de punição, mas educação. Não há condenação e sim um convite à libertação.


Para aprendermos um pouco mais sobre esse assunto, vamos conhecer, nas páginas a seguir, as impressões de Marlene Nobre, presidente da Associação Médico-Espírita do Brasil (AME-Brasil), e de Luiz Carlos Formiga, membro fundador do Núcleo Espírita Universitário.

 

BOX GRANDE 1: ENTREVISTA 1
Marlene Nobre


“O importante é fazer o bem”


Para refletir sobre essa Lei vital, Causa e Efeito, que nos foi revelada, de forma verossímil, através da Doutrina Espírita, tendo um princípio de caráter moral, e também físico, pois se baseia na Lei de Ação e Reação, conversamos com Marlene Nobre, presidente da Associação Médico-Espírita do Brasil (AME-Brasil), médica ginecologista, com especialização em prevenção ao câncer. Então, convidamos à reflexão:

Revista do Espiritismo: Nossas atitudes, ação e reação... Trata-se mesmo de uma lei inexorável?!


Marlene Nobre: Sim, é uma Lei universal, mas inexorável é uma palavra um pouco forte, tendo em vista que podemos modificar o destino a cada passo. O cumprimento da lei se faz. No entanto, somente espíritos muito evoluídos são capazes de julgar os nossos atos e permitir as reações que serão menos pesadas, conforme nosso merecimento.

RE: A Terceira Lei de Newton nos ensina que: “A toda ação há sempre uma reação oposta e de igual intensidade: ou as ações mútuas de dois corpos um sobre o outro são sempre iguais e dirigidas em direções opostas.” Assim nos evidencia a Física. Há, portanto, uma ‘aliança’ entre Ciência, Física e Espiritualismo a esse respeito?


MN: Os princípios que regem os nossos destinos e a nossa vida universal são os mesmos, mas tudo aquilo que envolve comportamento está sujeito à nossa conduta moral e ao nosso livre-arbítrio, de modo que pode haver modificações nas formas de pagamento ou de reajuste perante a lei.

RE: Certamente, todos já cometemos ações negativas, em algum momento... Ou, pior, ainda perseveramos nelas... Fazer as pazes com o passado para que ele não estrague o presente. É o que a Espiritualidade nos propõe a todos?


MN: Na verdade é nossa consciência que se angustia ante o mal praticado e procura reencarnar, visando produzir ações que vão trazer o reequilíbrio. Dessa forma, somos nós que escolhemos juntamente com os mentores a nova existência tendo em vista o apaziguamento de nossa consciência.

As Lições do Cristo curam

RE: Em termos espirituais, a reação é a consequência que a ação humana acarreta ao ser defrontada com a lei natural. A reação nada mais é do que uma resposta da natureza às nossas ações. Reações estas baseadas na lei natural. Como, no hoje, bem educarmos e nortearmos nossas ações?


MN: Todo o nosso reequilíbrio deve basear-se nas lições do Cristo. E a mais importante delas está no crescimento do amor incondicional.

RE: Os meios e os fins... Autonomia e livre-arbítrio. Muitas vezes a intenção é até boa, mas, devido à ignorância, ao desconhecimento ou à imprevidência, damos vida a uma má ação... Como isso repercute em nosso ser?


MN: Quando os Instrutores Espirituais dizem a Allan Kardec em O Livro dos Espíritos que nós não passamos pela fieira do mal, mas, sim, pela fieira da ignorância, eles querem dizer que erramos grande parte das vezes por ignorância do bem. Por isso a reencarnação é necessária, para crescermos em sabedoria e amor. Toda vez que erramos e corrigimos o erro, aprendemos a lição.

RE: A Lei de Ação e Reação, esboçada com o auxílio da Doutrina Espírita, é bem diferente da Lei do Carma: faz-nos refletir sobre o tempo. Há efetivamente diferença entre as leis? Ou é a mesma coisa?


MN: São ensinamentos iguais difundidos em culturas diferentes. O importante é aproveitar o tempo para fazer o bem, seja qual seja a sociedade em que vivemos.

RE: Reação não é só sofrimento. A senhora concorda que é fundamental bem entendermos isso, saindo do fatalismo, derrotismo e pessimismo que nos impedem a evolução?


MN: A nossa passagem pela Terra é extremamente útil como aprendizado espiritual. Existe a dor evolução e a dor expiação ou dor da prova, conforme André Luiz explica no livro Ação e Reação. Os animais sofrem porque eles também passam pela dor evolução, assim como todos nós. Já a outra espécie de dor é criação nossa. O sofrimento é produto da nossa necessidade de evolução, mas o que criamos para nós mesmos é às vezes superlativo e nada tem a ver com a criação divina.

Preservando a saúde espiritual

RE: Às vezes produzimos más ações em decorrência de conflitos entre a razão e a emoção... Qual a melhor forma de estarmos em equilíbrio?


MN: Agindo como disse o querido Chico Xavier: agindo 80% como o coração e 20% com o cérebro.

RE: O perdão e o autoperdão... O que representam na configuração de nosso bem-estar físico e espiritual?


MN: Ambos são importantes para a nossa saúde espiritual. Quando não tivermos necessidade de perdoar porque tudo já está perdoado antes mesmo que a ação seja cometida, então, estamos falando do perdão que o Cristo nos recomendou. Até lá temos de crescer muito do pondo de vista de nossa evolução espiritual.

RE: Enfim, aqui este estudo procura ressaltar que o acaso não existe. Qual a mensagem final que a senhora destina aos que, neste exato momento, nos leem...


MN: Que nos esforcemos para viver a religião, seja ela qual for dentro do nosso coração. Sim porque é aí que devemos adorar a Deus, nos refolhos mais íntimos de nossa alma. O nosso planeta está assim porque as duas asas que nos levarão a Deus estão desequilibradas, a asa da ciência e da tecnologia está muito desenvolvida enquanto a do coração está quase atrofiada. Temos de corrigir essa distorção, ampliando nossa capacidade de amar. Que Jesus nos ampare nessa luta mais do que necessária!
 

BOX GRANDE 2: ENTREVISTA 2
Luiz Carlos Formiga


“O sofrimento é um estímulo para a mudança”


Conversamos também com Luiz Carlos Formiga, biomédico, professor universitário aposentado pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ – também conhecida como Fundão). Ele é membro fundador do Núcleo Espírita Universitário (NEU) do Fundão e da UERJ. Vejamos o que nos diz sobre esta Lei de Causa e Efeito:

Revista do Espiritismo: Na prática, com todas as inerentes dificuldades e atribulações, do dia a dia, como a Doutrina Espírita efetivamente auxilia-nos em nossa educação emocional e aprimoramento das ações?


Luiz Carlos Formiga: Ela nos auxilia na educação emocional, quando responde à questão “quem e o que somos”. Isso porque não nos coloca apenas como impulsos eletroquímicos num biocomputador que se originou por acaso. Vai mais longe e nos permite descobrir que somos de natureza bio-psico-socio-espiritual, seres dotados de historicidade e de livre-arbítrio. Com as informações recebidas da vertente espiritualista da Ciência, entendemos a existência de inteligências diversas. Com a consciência desperta, certamente desejaremos desenvolver essas inteligências, para aprimorarmos nossas ações.

RE: O segredo é então desenvolvermos nossa inteligência espiritual?


LCF: Certamente não basta a pessoa ser “um gênio”, se não souber lidar com emoções. O estudo da inteligência espiritual nos permite compreender que uma pessoa muito inteligente, em termos do domínio cognitivo, pode ser estúpida em termos de valores ético-espirituais, tornando-se perigosa para a própria vida. A Espiritualidade é entendida como uma força unificadora, que tem como propósito facilitar o desenvolvimento, dar orientação à realidade na vida diária e um significado para a existência. É a transcendência entre o homem e Deus, o que se realiza dentro de um processo contínuo de confiança e interação. Um bom exemplo de inteligência espiritual bem desenvolvida foi, entre nós, o médium Francisco Cândido Xavier.

RE: Hoje, vemos muita dor, inúmeros sofrimentos, observamos que há, em grande profusão, uma leitura distorcida de nossa realidade espiritual e sua ressonância no plano físico... Infelizmente as religiões, nelas incluindo a cultura do espírita, estão muito carregadas de um conceito pesado de Carma, no qual a proposta é “sofrer por sofrer, pagar dívidas de outra reencarnação”. Enfim, como entender e transformar o sofrimento em algo útil e educativo...


LCF: Vamos a um exemplo. O tripulante de um corsário, que singrava os mares e roubava mulheres é um “leproso moral”. Noutra encarnação, esse comportamento pode corresponder a uma doença como a Hanseníase Virchowiana, onde o doente sofre muito, se não tiver tratamento. A Lei de Causa e Efeito está se expressando nesta nova encarnação. A Lei é então corretiva do comportamento não ético e atuará primariamente no campo psicológico. A circunstância física desta doença marcada pelo leproestigma é apenas um meio pelo qual a finalidade educativa é alcançada. A reação no plano físico não possui correspondência exata com o comportamento inadequado que a desrespeitou.

RE: Fale-nos mais sobre o peso de nossas ações...


LCF: Se um indivíduo derramou sangue poderá ter eventualmente, noutra encarnação, uma anemia irreversível. A finalidade do sofrimento não é uma punição, um castigo, mas um estímulo para a mudança do comportamento. O indivíduo que prejudicou o semelhante, de maneira grave, precisa sentir na própria pele a dor que o outro experimentou, a fim de reeducar-se. E, quando novamente colocado diante de uma situação em que tenha oportunidade de reincidir, ele seja capaz de resistir a esses impulsos menos nobres. A Lei é, portanto, educativa e não punitiva.

RE: A Lei de Causa e Efeito, portanto, antes de tudo, ela nos desperta...


LCF: Assim, o indivíduo acorda, perde a consciência de sono. Ele passa a entender os sofrimentos humanos. Com os ensinamentos de Jesus e com as lições de Kardec aprende a resistência pacífica, mas não passiva. Nasce-lhe a esperança no futuro e desaparece a ira, a cólera, diante dos desígnios de Deus.

Mediunidade e conduta moral

RE: A Doutrina Espírita nos mostra que todos, em diferentes graduações e vertentes, possuímos mediunidade. Ela está em todo local, classes, raças, em todas as religiões. Mesmo que não sejamos médiuns “no sentido mais amplo do termo”, todos nós, em algum grau, vivemos a experiência da troca energética nas relações humanas e com os ambientes de nossa convivência. Como vivenciar isso com correção, saúde e harmonia?


LCF: Os espíritos são as almas dos homens que já deixaram a Terra e não estão à nossa disposição, na hora que melhor nos convier. O Espiritismo repousa em um tripé. A Ciência, a Filosofia e a Religião. Na Ciência da mediunidade, há dois sócios: o encarnado e o desencarnado, agindo e reagindo, racionalmente. O médium e o espírito se interpenetram para o efeito da ação conjunta.


O saber espírita é uno e indivisível, sem predominância de qualquer dos três aspectos acima, que o caracterizam. Podem existir ‘momentos de ação’, quando se atue dentro de uma ‘cientificidade espírita’ ou se interprete os fenômenos existenciais duma perspectiva filosófica espírita. Mas o comportamento ético, decorrente do conjunto doutrinário, é um atributo necessário a todos os ‘momentos’ e instâncias do exercício da ‘práxis’ espiritista.


RE: A preservação da conduta moral é, portanto, a ‘chave’...


LCF: O mais importante é a conduta moral dos envolvidos no processo. Nas ciências exatas, o estado moral do cientista não tem a menor interferência no andamento da experiência. Ao estudar um determinado evento material, desde que seja respeitado o método, um cientista canalha e outro de caráter ilibado chegarão às mesmas conclusões. No estudo dos fenômenos psíquicos o mesmo não ocorre. Ele exige postura ética. Qualquer espírita sabe que o tipo de vibração que emitimos age no ambiente, para ele atraindo entidades do mesmo padrão. Um cientista espírita que idealize uma pesquisa eivada de falsidades, estando com má intenção, obterá fatalmente o que procura. Passará então a divulgar falhas do médium estudado, quando ele também é culpado por elas.

RE: São necessários, então, a ética e também cuidados com a preservação da ambiência, no que tange à prática mediúnica...


LCF: É necessário que se crie um clima de serenidade, recolhimento e pensamentos nobres, para que funcione a lei de afinidade psíquica, atraindo para colaborar com as experiências entidades honestas e confiáveis. Uma atitude contrária a essas disposições abre caminho para a interferência de Espíritos mentirosos e galhofeiros, com naturais e severos prejuízos. Este assunto se encontra criteriosamente tratado em O Livro dos Médiuns, com mais propriedade e amplitude e, até o momento, não se pode superar ou desmentir qualquer de seus princípios.

Reequilíbrio moral e ambiental

RE: Qual então o “roteiro” de reequilíbrio de nosso Planeta Terra, que tão bem nos acolhe?


LCF: O teólogo Leonardo Boff lembra que “a maioria dos profissionais de saúde perderam a visão da totalidade. O ser humano inserido num todo maior e a doença como uma fratura nesta totalidade e, ainda, a cura como sua reconstrução.” O sustentáculo do Direito Ambiental são os Princípios de Proteção do Meio Ambiente. Eles impõem a utilização não predatória dos recursos ambientais, uma meta a ser perseguida por todas as nações do mundo. Especialistas em Saúde Pública apontam a degradação ambiental como fator desencadeante de doenças emergentes ou reemergentes. Eles temem que uma mudança global do ambiente possa trazer severas consequências microbiológicas. O Princípio da Educação Ambiental não pode ser negligenciado. Ele é imperativo constitucional, mas, antes de tudo, uma obrigação individual, porque não é apenas o Poder Público que deve promover a informação ambiental. O meio ambiente é um bem de toda a coletividade. Sua integridade é base para que o homem possa chegar ao bem-estar físico, psíquico e social.


No livro “Consolador”, Emmanuel pelo médium Chico Xavier diz que: “O meio ambiente em que a alma renasceu, muitas vezes constitui a prova expiatória; com poderosas influências sobre a personalidade, faz-se indispensável que o coração esclarecido coopere na sua transformação para o bem, melhorando e elevando as condições materiais e morais de todos os que vivem na sua zona de influência”.


RE: É-nos vital, portanto, integridade e um coração esclarecido. Dê-nos, por favor, sua mensagem final aos que nos leem...


LCF: Estamos no século XXI, com o conhecimento tecnológico moderno como grande aliado em todos os campos da vida, e com o conhecimento milenar do equilíbrio entre as forças vivas e vibratórias da Natureza. Devemos valorizar esses presentes e explorá-los com a razão e o Amor Maior que o Criador nos deu, para que entendamos que a vida é o maior tesouro, oportunidade única de crescimento. Que possamos amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como Ele recomendou. Aceitar-se, mesmo imperfeito, valorizar-se como filho de Deus destinado à perfeição. Se ainda temos uma fratura na nossa totalidade, que possamos nos dedicar à reconstrução.

Sugestões de “Olhos” a serem usados, se forem necessários, na composição da matéria... talvez no final, como uma ‘síntese’...


• Ao agirmos no universo, cada ato tem uma consequência, cada gesto, cada pensamento se reflete no universo micro e macro cósmico.

• “Todo efeito tem uma causa. Todo efeito inteligente tem uma causa inteligente. O poder da causa inteligente está na razão da grandeza do efeito. - Allan Kardec

O conhecimento da Lei de Causa e Efeito é bastante importante para que possamos compreender o Amor de Deus, sua Justiça, Bondade e Misericórdia. O entendimento claro e racional dessa Lei tem o potencial de fazer-nos agir sempre em concordância com este Amor Maior, utilizando sempre nosso livre-arbítrio com sabedoria.

•“No lugar em que te encontras, sempre poderás semear a luz da esperança e do amor.” - Joanna de Angelis

 

Box 3 (no meio da matéria)


Lei de Ação e Reação versus Lei de Causa e Efeito

 

Embora haja grande similaridade, há que ressaltarmos que são leis distintas. A Lei de Ação e Reação, a famosa terceira lei de Newton, possui princípio físico. Já a Lei de Causa e Efeito é uma Lei Moral, que nos foi revelada no século XIX, através da Doutrina Espírita. Vejamos o quadro abaixo:

 

 

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Blog da Revista do Espiritismo
http://revistadoespiritismo.blogspot.com

 

Este artigo com capa da revista e a entrevista, também, estão disponíveis para a leitura nos endereços abaixo:
Capa:
https://www.dropbox.com/s/p1l8he7kskply81/RS_N9_capa_blog%20do%20NEU-UERJ.pdf?dl=0


Matéria (entrevista):
https://www.dropbox.com/s/j6vmjwuo9k50mym/RS_N9_miolo_blog%20do%20NEU-UERJ.pdf?dl=0

 

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 Publicado pelo A ERA DO ESPÍRITO com a autorização do autor.