- Espiritismo

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Articulista: José Passini

 Títulos dos artigos

 

José Passini

 

A Escada de Jacó

A Hora da Verdade

A Nova Literatura Mediúnica

A Reencarnação na Visão Espírita

Análise do Livro "Do Outro Lado do Espelho"

Análise do livro ”Trabalhadores da Última Hora” (novo)
Analise, Apreciação, Crítica

Arigó e a Parapsicologia (novo)

Best Sellers Mediúnicos (novo)

Chico Xavier Responde

Cobrança (novo)

Educação Espírita (novo)

Esquecimento do Passado (novo)

Fé raciocinada

Fidelidade Doutrinária

Imortalidade da Alma

Importância da Evangelização

Intervenção dos Espíritos no Mundo Corporal (novo)
Jesus, o Educador de Almas

Liberdade (novo)
Kardec e sua Visão do Futuro

Legião
Literatura Mediúnica

 

José Passini (foto) é natural de Nova Itapirema, interior de São Paulo, mas reside há muito tempo na cidade mineira de Juiz de Fora. Espírita desde a infância, Passini considera a Doutrina codificada por Kardec como uma bússola em sua vida, assim como ele mesmo diz. Segundo ele, o Espiritismo pode ser comparado a um farol que ilumina seus caminhos. “Ele me faz assumir, cada vez mais, a minha condição de espírito imortal, temporariamente encarnado, isto é, conscientizando-me da minha cidadania espiritual.”

Esperantista conhecido internacionalmente, Passini foi reitor da Universidade Federal de Juiz de Fora. Doutor em Lingüística, seu extenso currículo revela a ocupação de diversos cargos em casas espíritas. Atualmente ele faz parte da equipe do programa Opinião Espírita (rádio e TV) e do Departamento de Evangelização da Criança da Aliança Municipal Espírita de Juiz de Fora.

   

O Cristianismo do Cristo e o dos Teólogos (novo)

O Silêncio das Religiões (novo)

O Sudário

Palavras aos Evangelizadores da Infância

Reflexões sobre Evangelização Infantil (novo)

Reflexões sobre o Natal (novo)

Responsabilidade Nossa

Salvação ou Evolução? (novo)

Santos Dumont e a Profecia

Tolerância (novo)

Trabalho no Mundo Espiritual

 

 

 

 

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Aulas para evangelização infantil

 

 

“A Doutrina Espírita é a bússola que me orienta no estabelecimento da rota da minha vida”

 

Nesta entrevista, José Passini manifesta sua opinião sobre diversos assuntos relevantes e do interesse da comunidade espírita e não-espírita. Diz ele que, quando apresenta a Doutrina Espírita aos leigos, procura fazê-lo com clareza, mostrando-a como uma religião singular, a ser vivenciada fora dos templos, no serviço a Deus, na pessoa do próximo. “Enalteço a sua feição consoladora, pela certeza da imortalidade da alma, ao tempo em que liberta a criatura humana do temor do inferno, resgatando as lições de Jesus no tocante à Misericórdia Divina. Enfatizo sempre que o Espiritismo não trouxe nada de novo, pois suas propostas estão todas contidas no Novo Testamento. Todas.”

 

DEPARTAMENTO DE EVANGELIZAÇÃO
DA CRIANÇA - DEC

da Aliança Municipal Espírita
de Juiz de Fora - MG

 

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Qualquer obra ao ser exposta ao público fica sujeita à análise, à apreciação, à crítica, da parte daqueles que a examinam, seja ela uma escultura, uma música, uma pintura ou uma página literária.

José Passini no artigo

ANÁLISE, APRECIAÇÃO, CRÍTICA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tendo consciência de que haverá aqueles que analisarão e darão a público sua apreciação sobre aquilo que publica, o autor, por certo, preocupar-se-á com o que diz, e como o diz, ou seja, com o conteúdo e com a forma. 

José Passini no artigo

ANÁLISE, APRECIAÇÃO, CRÍTICA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Consolador: Havendo nascido no estado de São Paulo, que fato o levou a morar em Juiz de Fora?

Passini: Meus pais se transferiram para Lins, quando eu contava com 3 anos de idade. Lá morei até os 19. Transferi-me para São Paulo, onde residi por quatro anos. Deixando São Paulo, fixei-me definitivamente em Juiz de Fora, em função de emprego que me foi oferecido.

 

O Consolador: Qual a sua formação?

Passini: Licenciatura em Letras, Mestrado em Língua Portuguesa e Doutorado em Lingüística.

 

O Consolador: Que cargos ou funções você já exerceu no movimento espírita?

Passini: Presidente do Instituto Jesus, obra de amparo ao menor carenciado; presidente da Aliança Municipal Espírita, por duas vezes; presidente do Centro Espírita União, Humildade e Caridade.

 

O Consolador: Que tarefas desempenha atualmente no meio espírita?

Passini: Membro da equipe do programa Opinião Espírita (Rádio e Televisão) e do Departamento de Evangelização da Criança da Aliança Municipal Espírita de Juiz de Fora.

 

O Consolador: Quando você teve contato com o Espiritismo? Houve algum fato ou circunstância especial que tenha propiciado esse contato inicial?

Passini: Minha família tornou-se espírita quando eu tinha uns 4 anos de idade. A família toda é espírita.

 

O Consolador: Dos três aspectos do Espiritismo – científico, filosófico e religioso – qual é o que mais o atrai?

Passini: Os três, na seguinte ordem: religioso, filosófico e científico.

 

O Consolador: Que autores espíritas mais lhe agradam?

Passini: Kardec, Léon Denis, Emmanuel, André Luiz.  

 

O Consolador: Que livros espíritas você considera de leitura indispensável aos confrades iniciantes?

Passini: A Codificação e as obras de Francisco Cândido Xavier, notadamente as escritas por Emmanuel e André Luiz.

 

O Consolador: Se você fosse passar alguns anos num lugar remoto, com acesso restrito às atividades e trabalhos espíritas, que livros pertinentes à Doutrina Espírita, você levaria?

Passini: Os acima citados.

 

O Consolador: As divergências doutrinárias em nosso meio reduzem-se a poucos assuntos. Um deles diz respeito ao chamado Espiritismo laico. Para você, o Espiritismo é uma religião?

Passini: Depende do que se conceitua como religião. Se o Espiritismo não é religião, Jesus não trouxe religião alguma à Terra. Acho que é mais uma questão de palavras que, infelizmente, provoca muita discussão capaz de tirar muita gente do trabalho produtivo.

 

O Consolador: Outro tema que suscita geralmente debates acalorados, diz respeito à obra publicada na França por J. B. Roustaing. Qual é sua apreciação dessa obra?

Passini: Creio que Roustaing é um dos Espíritos da equipe de Kardec, mas que se desviou, pretendendo ombrear com o Codificador, produzindo uma obra completamente equivocada. Nas equipes dos grandes missionários há sempre algum que falha...

 

O Consolador: O terceiro assunto em que a prática espírita às vezes diverge está relacionado com os chamados passes padronizados, propostos na obra de Edgard Armond. Embora saibamos que no Paraná a opção já definida pela Federação seja tão-somente a imposição das mãos tal como recomenda J. Herculano Pires, qual é sua opinião a respeito?

Passini: Creio que há pessoas que sempre querem dar um toque pessoal em tudo, chegando a atitudes infelizes. Jesus foi muito simples na imposição de mãos, praticando-a com naturalidade e recomendando que o imitássemos. O essencial para o passe é o esforço do passista em manter-se equilibrado, vivendo dentro dos parâmetros do Evangelho de Jesus. Menos técnica e mais Evangelho!

 

O Consolador: Como você vê a discussão em torno do aborto? No seu modo de ver as coisas, os espíritas deveriam ser mais ousados na defesa da vida como tem feito a Igreja?

Passini: O trabalho espírita tem sido desenvolvido no sentido de esclarecer, com muita firmeza, sem campanhas ruidosas.

 

O Consolador: A eutanásia, como sabemos, é uma prática que não tem o apoio da Doutrina Espírita. Kardec e outros autores, como Joanna de Ângelis, já se posicionaram sobre esse tema. Surgiu, no entanto, ultimamente a idéia da ortotanásia, defendida até mesmo por médicos espíritas. Qual a sua opinião a respeito?

Passini: Quem lê atentamente André Luiz não tem dúvidas quanto ao assunto. No livro “Obreiros da Vida Eterna”, vemos o caso de Cavalcanti e de Dimas. A respeito deste último, há uma frase que esclarece bem o assunto: “Estamos autorizados a aliviá-lo, o que faremos hoje, alijando-lhe o fardo pesado de matéria densa” (cap. 13). Ora, se os Espíritos recebem ordem do Alto para o desligamento – ou libertação, conforme dizem às vezes –, nós, que não enxergamos a vida espiritual, é que vamos tomar iniciativas?

 

O Consolador: O movimento espírita em nosso país lhe agrada ou falta algo nele que favoreça uma melhor divulgação da Doutrina?

Passini: Acho que a Doutrina está sendo muito bem divulgada. Talvez não a gosto daqueles que apreciam grandes espetáculos. A maior divulgação, a mais eficaz, é aquela feita pela nossa exemplificação pessoal. Portanto, a questão não é divulgação, mas exemplificação, conforme o pensamento de Guillon Ribeiro, manifestado ao irmão Jacob, no livro “Voltei”: “Daí continuar acreditando que o maior serviço prestado à Doutrina é, ainda, o da própria conversão ao Infinito Bem”.

 

O Consolador: Como você vê o nível da criminalidade e da violência que parece aumentar em todo o país e como nós, espíritas, podemos cooperar para que essa situação seja revertida?

Passini: Estamos vivendo aquilo que se denomina “Fim dos Tempos”. O quadro vai mudar, sem dúvida. Basta lembrarmos de Jesus, quando asseverou, no Sermão da Montanha: “... os mansos herdarão a Terra”. Kardec fala a mesma coisa em “A Gênese” e Emmanuel em “A Caminho da Luz”.

 

O Consolador: A preparação do advento do mundo de regeneração em nosso planeta já deu, como sabemos, seus primeiros passos. Daqui a quantos anos você acredita que a Terra deixará de ser um mundo de provas e expiações, passando plenamente à condição de um mundo de regeneração, em que, segundo Santo Agostinho, a palavra “amor” estará escrita em todas as frontes e uma equidade perfeita regulará as relações sociais?

Passini: Tenho certeza absoluta de que vai acontecer, mas fixar datas é um tanto temerário...

 

O Consolador: Em face dos problemas que a sociedade terrena está enfrentando, qual deve ser a prioridade máxima dos que dirigem atualmente o movimento espírita no Brasil e no mundo?

Passini: Indubitavelmente a evangelização da Humanidade, a começar, com prioridade absoluta, pela criança. Creio que o Movimento Espírita ainda não se conscientizou plenamente do alcance do trabalho de evangelização começado na infância. Há uma desproporção muito grande entre o tempo empregado com a mediunidade e com a evangelização da criança. A mediunidade trata do mal já instalado: a evangelização da infância aplica preventivamente a vacina contra o mal.
 

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